quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Entrevista com Lázaro Piunti - Autor de: A RAINHA E O VALETE

Lázaro Piunti
É advogado e escritor. Casado, pai de três filhos, avô de 4 netos e 2 netas, e 1 bisneta. É autor de 13 obras publicadas, sendo 4 no gênero infantil. Este é seu primeiro livro de romance.








A Rainha e o Valete
Pérola engastada nas franjas da Europa setentrional, a Estônia vivenciava uma fase de ternura. Após a morte do bondoso monarca, a princesa Annieli, sua única filha, viu-se na contingência de assumir a condução do Reino. As tarefas do cotidiano e o casamento imposto pelas circunstâncias transformaram a encantadora princesa, amante da poesia e das artes, em mulher prisioneira dos seus sonhos. 
Esposa do Duque da Finlândia, ela fora obrigada a abdicar do verdadeiro amor adolescente: Lajosker, jovem poeta, com assento na Academia de Letras 
da Galáxia Estoniana!
A origem plebeia de Lajosker – o garoto ferrador de cavalos na Corte – haveria de conspirar contra seus devaneios. 
Guindado à função de Valete por ato de sua Majestade, o Rei, sua proximidade com Annieli amplia-ra o seu tormento. 
As ambições do Duque Lenart, um nobre perverso e sem escrúpulos, as guerras envolvendo países vizinhos e a infelicidade amorosa de Annieli foram tecendo a trama de infortúnio. Perante esse cenário, o Valete da Rainha tenta fugir. Por amor. Por apego à Verdade. 
Sua permanência no Mosteiro da Dormição na graciosa Petseri o leva a empreender viagens imaginárias. Visita Platão e se faz hós-pede de Agostinho de Hipona; devora as Cartas de São Jerônimo e defere respeito a Calvino; admira as Teses de Lutero sem ocultar profunda afeição por Voltaire. 
Ao ler os Sermões de Vieira, encanta-se com o religioso lusi-tano. Febrilmente almeja des-cortinar a morada da Verdade. Quiçá escondida no Himalaia! 
Enquanto a Rainha...

Olá Lázaro. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Romance. O cenário é a Estônia, belo país da Europa Setentrional. A topografia, nomes, costumes e acidentes geográficos são reais. A trama, evidentemente, é fruto de ficção. A obras nasceu sob inspiração de um sonho e foi escrito em 35 dias. Narra a vida da princesa Annieli que, face à morte do rei, seu pai, assume o trono. Apaixona-se por Lajosker, confrade da academia literária estoniana, porém moço pobre, seu valete na Corte. Ela é forçada a se casar com o Duque da Finlândia, homem perverso. Ainda nos tempos atuais prevalece a máxima do pretérito: monarca pode se casar com plebeia e mantem seu status. A soberana perde todos os seus títulos se ousar contrair núpcias com um plebeu. Guerras, lances amorosos e acontecimentos inebriantes assinalam o desenrolar dramático do romance. O epílogo é surpreendente...

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o 1º romance, porém já publiquei 13 livros - poemas, crônicas, histórias e inclusive quatro deles do gênero infantil. Todas as obras comercializadas e com o lucro transferido para instituições filantrópicas sérias. Meu 1º poema o escrevi aos 10 aninhos...

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Pertenço a quatro academias literárias (AScademia Cristã de Letras - SP; Academia Saltense de Letras; Academia de Letras de Araçariguama e Região e Academia de Letras de Iperó). As três últimas cooperei na criação e fundação. Temos escritores, poetas, trovadores às pecas neste País. Falta incentivo à cultura de forma objetiva. E as dificuldades para a publicação de uma obra são quase intransponíveis. As grandes editoras (multinacionais) só trabalham com escritores consagrados. Nesse emaranhado de obstáculos gigantescos, a Scortecci é uma janela aberta ao alcance dos sonhadores!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
É óbvio.
O que é bom - cedo ou tarde - chega ao conhecimento dos assemelhados!

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sou suspeito para dizer das razões a justificar a leitura do meu 1º romance.
Uma pista: Lajosker, o Valete, é um estudioso e na ansiosa busca da VERDADE ele se envereda por trilhas inimagináveis, visitando Platão, Calvino, Agostinho de Hipona, Caravaggio e, além da paixão pelas Cartas de São Gerônimo se banqueteia nas obras do Padre Vieira. Sem sair do solo abençoado da sua amada Estônia.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 6 de agosto de 2017

Entrevista com José Carlos Corrêa Cavalcanti - Autor de: UMA GOTA DE SILÊNCIO

É formado em Matemática, tendo atuado nas áreas de Matemática e Informática durante mais de 35 anos.








Este livro versa sobre a importância do autoconhecimento no desenvolvimento da espiritualidade e na busca religiosa. De maneira didática, na forma de capítulos pequenos, o autor discorre sobre temas como felicidade, arrependimento, sentimento de culpa, amizade, escravidão e libertação interior. Pode ser lido por pessoas iniciantes ou avançadas no conhecimento dos ensinos espirituais. Sua mensagem central é que (1) somente no estado de silêncio interno temos liberdade, deixando de ser governados pelos pensamentos e paixões, e que (2) não podemos realizar sozinhos esse estado, fazendo-se necessária a presença espiritual de um mestre absolutamente amoroso e totalmente confíável, o qual é aceito como sendo Jesus, o companheiro cuja elevada consciência de compaixão e unidade nos é dada gratuitamente e sem a menor noção de mérito, somente de entrega total e perfeita amizade.

Olá José Carlos. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.



Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata da importância do autoconhecimento no desenvolvimento da espiritualidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já escrevi outros três livros, sobre Informática, Ecologia e Espiritualidade.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrevo por amor, e não por desejo de recompensa. Este, se houvesse, estaria totalmente frustrado, pois corações e mentes estão alienados às recompensas imediatas do sensorial e das engenhocas tecnológicas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Soube da Scortecci através de amigos que já tinham publicado com essa Editora, e davam ótimas referências.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Creio que é um livro importante para os que estão à procura de esclarecimentos que os levem de volta a si mesmos, rompendo com a alienação do espírito aos objetos mundanos, que a sociedade impõe como um modo de vida a todos nós.

Obrigado pela sua participação.



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domingo, 30 de julho de 2017

Entrevista com Sergio Luiz Herkert - Autor de: QUERO VOLTAR A SER CRIANÇA

Nascido em São José do Cedro – SC – em 5 de abril de 1962.
Licenciatura em Educação Física na Universidade Estadual de Londrina – UEL – 1985. Especialização em Interdisciplinaridade da Educação Básica – Ibpex – 1999. Especialização em Gestão da Educação Física do Esporte e Lazer na Unipar – 2001.
Mestrado em Ciências da Educação na UTCD – Universidade Tecnica de Comercializacion y Desarrollo, MERCOSUL – 2000.
Concurso Público: cargo: Educação Física. SEED, 1994, atuando.Concurso Público: Técnico Despor-tivo I – Prefeitura de Toledo – 1994, atuando. Conclusão do PDE SEED PR – 2010.
Autor do livro: Aprendizado no esporte – 2011. Autor do livro: Brincando com as palavras – 2013. Autor participante do livro cole-tivo: Artificie da poesia – Publisher Editora, Maringá Paraná – 2016. Autor participante do livro coletivo: Acadêmicos e acadêmicas, patronos e patronesses – Academia de Letras de Toledo (ALT).GFR – Gráfica & Editora – 2016.
Participa ativamente de concursos em nível nacional, nos quais já conquistou diversos prêmios, especialmente no quesito poesias.

São contos diversificados, para crianças, adolescentes e adultos. Um viagem a vida rural, a infância de muitos brasileiros que vieram do campo. Contos que narram o ambiente escolar, as dificuldades que os professores, equipe pedagógica tem em relação aos alunos e seu pais. Aprendizagem do jogo de xadrez através do conto fica mais fácil de ensinar aos nossos alunos e filhos. A conscientização do meio ambiente, através da dramatização pode ajudar nossos alunos a entender a importância de cuidar, zelar, preservar algo que da vida, sem ele não existimos. A doença, a indisciplina no ambiente familiar não foi esquecido. Contos infantis, onde pode levar a criança ao mundo imaginário está presente na obra. A arte de jogar futebol, os sonhos frustrados, as dificuldades encontradas neste ambiente, o aproveitamento das pessoas mal intencionadas, que aproveitam do sonho de muitas pessoas para dar seus calotes. A arte, a importância da musica, teatro, dança está presente.


Olá Sergio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Contos.
Surgiu do dia a dia profissional.
Adolescentes.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu terceiro livro individual, tenho ainda dois publicados coletivos de autores.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Difícil de finalizar os projetos literários.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Internet
Conta via e-mail e muito bem respondido pela equipe Scortecci Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, merece ser lido, por aqueles que gostam de lembrar da sua infância, ou ainda estão vivenciando no momento.


Obrigado pela sua participação.
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domingo, 23 de julho de 2017

Entrevista com Flávio Spina - Autor de: CRISTOBALDO NO PAÍS DE CÁ

Flávio Spina
De ascendência italiana,  nasceu em 5 de maio de 1931 em Jundiaí, São Paulo. Estudou em escolas do município de Santos, onde atualmente reside, graduando-se em Contabilidade pelo Liceu São Paulo da cidade. Como se percebe, não muito cedo ingressou, em 2011, na literatura como poeta e agora, pela segunda vez, com este seu livro, no gênero de ficção, tendo antes escrito alguns esparsos contos  com  lauréis. Ao falar de si, o escritor sempre exagera na entoação da prosódia, então detenhamo-nos num trecho fragmentado do projeto de Cristobaldo Aguirra – personagem maior deste livro – quando assim, lá pelas tantas, se expressou: Eu me vi então andando no comum dos habitantes, norte e sul por essa terra conjuntada em quatro cantos. E tão grande era o país com governos nos quadrantes – quatro ases competindo nas funções e nos deveres, sobre tudo, sobre todos, sobre cada citadino como outrora não se via: quando dantes na porfia só reinava a soberbia por ser uno o governante: sem vogal itinerante era um deus  que  não  se  via!.

Enfoca a diversidade das etapas do ativismo político da corrupção e desmando do País de Cá, concitando a heroica oposição liderada por Cristobaldo Aguirra no decurso de 2021 a 2091, como protagonista carismático para a proposição de uma história marcante, findada em 2112, compartilhada com amigos patriotas na temática do soerguimento do país. No enredamento dos personagens, por excelência mulheres transmutando amores, qualidades e fraquezas, atrela-se à narrativa a presciência do mundo cósmico projetado em ficção. 


Olá Flávio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Sumariamente, “Cristobaldo no País de Cá” lista a temática do drama e do romance na visão de um onírico futuro. No dramático, uma hecatombe cíclica, um Estado monárquico, protestos de ruas e uma experiência quântica malformada na Terra, com surpreendente resultado de abalizamento no plano espacial. O romanceio está sutilmente estivado na passionalidade de alguns personagens, como elo de força e luz para a sublimação da história. Assim nasceu o livro como todos nascem: na primária inspiração do tema. Por específico, embornala-se nele a disposição de deplorar e banir do Estado o deboche, a bandidagem e a corrupção das gangues político-sectárias que, por tabela, espelham o descalabro de insidiar assaltos, estupros, latrocínios e toda a sorte de terror que eleva o país na esbórnia e impunidade. Assim, gota a gota, os capítulos se encadearam na altura de uma lexicologia mediando o bom entendimento do público e, sem muito roubar do estilo clássico formal.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Considero-me pleno e contente por ter plantado árvores, escrito livros e possuir filhos. E livros, são por esta a segunda vez somente, quando, pela primeira foi editado “Sem Verecúndia de Contar” – poesias & contos pela editora Porto de Ideias. Basicamente levado pelo avançar da idade, repriso-me pleno e contente pela sorte de poder fechar um curto ciclo literário sem o precedente de maiores projetos ou, quando, os meus sonhos, humildes e castos, já se exultam todos realizados, sem a obviedade de contrastar-me a outros não sonhados!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sabemos por estatística que mirrados 30% da população brasileira tem o hábito de ler. Ou, por melhor, 70% sem o estímulo para comprar livros, em razão de não se juntar às escolas e instituições acadêmicas, entidades seletivas para a divulgação de obras com expressivos conteúdos: ideias, imagens ou algo teórico como novidade literária e veículo de instrução.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi através de alguns prospectos trazidos da Bienal do Livro, por minha filha Clarice. Ademais, como ela é a minha particularizada como representante e “marchand”, presumo acertada a decisão por ela tomada em contratar a Scortecci, após a acareação dos serviços orçados pela editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
No bojo de uma narrativa fluente, transcende-se no meu livro a expectativa de ser lido sim, porque ele instiga a conscientização da comunidade ao exercício da análise lógica, como contribuinte-crítico para enfrentamento dos deslizes e dos desmandos corporativos, da inépcia e da corrupção de um governo. Por conclusão rasa o livro a legalidade da revolta e do clamor das ruas, consubstanciando que o poder de governabilidade de uma nação em regime democrático é dado direto ou indiretamente pelo povo. E, quando ou quanto é a isso conscientizado, tornar-se-á o povo um bastião da ordem – fiscaliza, incrimina ou descrimina com o arbítrio de melhor juízo, o Estado e o comando do seu país. É a lógica (sem ficção).


Obrigado pela sua participação.

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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Entrevista com Geraldo Dias da Cruz - Autor de: FONTES DO VENTO

Nasceu em Belo Horizonte (MG) em 3 de maio de 1929; é o mais velho de três filhos de uma família pobre do interior de Minas Gerais. Começou a aprender a ler e escrever apenas aos sete anos de idade. Estudou em escolas públicas de Belo Horizonte. Gosta muito de ler, principalmente poesia. Ela é o seu ato de fé e a prova de seu amor pela vida. Procura, pesquisa, busca na palavra a mais perfeita forma de louvação do que é belo, do que o seu entendimento possa perceber. Apesar de seus 86 anos de vida, continua como um operário da palavra: “Saio sempre ao mundo, amando a poesia. Nela vivo toda a minha inocência. Tenho uma expressa atração pelas coisas simples da vida. Amo a palavra e a defino: Caravela de pluma/onde o vento/sua amarra urde/ como ninfas / nos pomos”. Publicou os seguintes livros: Poemas (Cuiabá: Igrejinha, 1955), Monchão-Coroado (Belo Horizonte: Imprensa Oficial de Minas Gerais, 1973), Armas do Tempo (Cuiabá: Edições Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, 1975), Crepúsculo para a Paz (São Paulo: Editora do Escritor, 1977), Proclama aos Incautos (São Paulo: Editora do Escritor, 1979; Menção Especial no Concurso Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, Goiânia/GO), Olhos, Peixes Navegantes (São Paulo: Editora do Escritor, 1983), Rio dos Signos (Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1986; Prêmio Literário Nacional do Instituto Nacional do Livro – INL), Três Mundos: o Poeta (Goiânia: Cerne, 1987; Prêmio Bolsa de Publicações José Décio Filho), Argonauta (Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, 1987, pela Prefeitura de Goiânia; Prêmio Eugênio Coimbra Júnior, pelo Conselho Municipal de Recife/PE, e primeiro lugar em Goiânia/GO, 1988), Lento Exílio (Goiânia: Bolsa de Publicações Cora Coralina, 1988; prêmio regional, categoria poesia, da Fundação Cultural de Mato Grosso, 1988; e prêmio nacional; publicado no centenário de nascimento de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, que passou para a história de Goiás e do Brasil como Cora Coralina, mulher de coragem, sempre estimulando seu coração de fogo, de paixão, de amor e de poesia) e Algamar (publicação aprovada pelo Conselho Editorial do Instituto Goiano do Livro – IGL, 1999).

Diversos temas. O meu estilo deseja ser preciso e conciso. O que caracteriza o meu livro é a emoção. A linguagem simples é o símbolo de meu trabalho.
Sou um sonhador de palavras. É no fundo de cada palavra que realmente assisto ao meu nascimento. Nascimento do devaneio, do sonho, do amor e das lembranças. Procuro falar a linguagem do universal, da simplicidade. Recebo e acolho com alegria a vida. Amo a natureza e o canto dos pássaros. Tudo para mim tem uma doçura. O poema está também penetrado por essa doçura. Horas a fio, gosto de ouvir e contemplar as palavras. Tenho a felicidade de possuir um bom dicionário, deixo-me seduzir pelas palavras. Numa palavra eu sinto a alegria de falar e escrever poesias.

Olá Geraldo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São poemas com diversos temas. Eles se estruturam sobre uma linguagem simples. Luto para ser um desbravador de caminhos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre gostei de poesia. Nela eu me encontro, e os meus pensamentos nascem e passam pelas palavras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É triste, e a poesia quase não tem leitor. Ela é pouca valorizada.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
É o segundo livro que público na editora. O primeiro foi Os cavalos e outros poemas.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Gostaria que ele fosse lido. Procuro acima de tudo captar e sugerir, em linguagem direta e simples, a beleza das recordações, dos encontros, dos sonhos e do coloquial.

Obrigado pela sua participação.
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domingo, 9 de julho de 2017

Entrevista com E. J. H. Szpaler - Autora de: NOVELA DA ALFABETIZAÇÃO

Nome literário de Eliane de Jesus Honório Szpaler, é pedagoga e professora do Ensino Fundamental, artista plástica premiada em diversos salões de arte e membro da Academia Latino-Americana de Arte. Formou-se em Administração Pública: Educação Artística e Pedagogia, com pós-graduação em Educação Infantil, Gestão Escolar, Educação Especial e Arte Educação. Pela Scortecci publicou também A menina que não gostava de animais Poemas e Contos de Éllen Louise.



A pedagoga criou uma história lúdica para ensinar aos pequenos, de forma divertida e brincando, o sistema da escrita, tomando os devidos cuidados para que os alunos não fixem as letras como caricaturas. O professor pode usar as ilustrações do livro e ter um material de trabalho em mãos que promova atividades durante o ano letivo. Os alfabetizandos podem ouvir a história por capítulos contada pelo professor e/ou encenada com fantoches de vara. Para um bom resultado, é preciso que o professor leia os capítulos antes para poder contar a história com segurança, atendo-se a detalhes da escrita, como sons silábicos, de forma que a criança memorize ou entenda o sentido de cada capítulo. Exercícios com pesquisas de palavras com cada sílaba podem ser feitos ao final de cada capítulo, de acordo com a criatividade do professor, mas algumas sugestões também são dadas ao final de cada capítulo do livro. A própria contação de histórias pode ser feita pelos pais também, como uma história que se conta na hora de dormir. Boa contação de história!

Olá Eliane. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É uma coletânea de histórias para alfabetizar, desde as vogais, até textos, conta de modo lúdico, como poderia ter sido o nascimento de letras, sílabas, vogais, palavras e textos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o meu 5º livro por este editora e não pretendo parar, tenho contos, crônicas, poesias, uma coletânea de fábulas e estarei lançando breve: A Bela Amortecida.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que se nós que somos apaixonados pela literatura desistirmos de reforçar o quanto a mente humana é mais hábil e criativa que um computador que depende de alguém para programá-lo nunca mais teremos bons leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pela editora mesmo.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
É uma forma lúdica de pais e professores trabalharem com a alfabetização, junta experiências de sala de aula e além de contar com histórias para o ano todo, também trás atividades pedagógicas.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Entrevista com Alex Gomes - Autor de: GUIA DO CICLISTA URBANO

Nome literário de Alex Gomes Peixoto, 38 anos, é mestre em estética e história da arte pela Universidade de São Paulo com a dissertação Narrativas visuais: os ciclistas de Iberê Camargo, na qual analisa a série de pinturas Ciclistas da redenção do pintor gaúcho tendo por base as pesquisas sobre o ofício do narrador de Walter Benjamin. Desde 2015 é editor do blog São Paulo na bike no jornal O Estado de São Paulo e também é um dos coordenadores do coletivo Bike Zona Sul, que promove o uso da bicicleta nas vertentes lazer, mobilidade urbana e turismo no sul da capital.


A cada dia mais pessoas decidem utilizar a bicicleta como meio de transporte nas grandes capitais. Em São Paulo, o número de ciclistas que pedalam todos os dias cresceu 50% entre 2013 e 2014, reflexo de uma tendência que ocorre não somente nas capitais brasileiras como também em diversas grandes cidades mundiais. Para auxiliar os novos ciclistas e também aqueles que já pedalam nas cidades a Scortecci Editora lança o Guia do Ciclista Urbano, escrito pelo ciclista Alex Gomes, editor do blog São Paulo na bike do jornal O Estado de S. Paulo. Na obra poderão ser encontradas desde dicas para escolher a bike mais adequada ao seu perfil até orientações de como enfrentar o trânsito em grandes cidades. Nela o ciclista também aprenderá a fazer sozinho alguns consertos básicos e entenderá como funciona a estrutura cicloviária da cidade, com suas ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. Em linguagem simples e objetiva ricamente ilustrado, o Guia do Ciclista Urbano possibilita ao leitor compreender rapidamente os princípios básicos sobre o funcionamento da bicicleta e como circular nas cidades. E até mesmo quem não tem bike pode aproveitar o livro, pois apresenta a relação das cidades brasileiras que contam com o serviço de bicicletas compartilhadas e suas regras de uso.

Olá Alex. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um guia voltado ao iniciante ou quem deseja começar a pedalar pelas ruas das cidades. Desde 2008 utilizo a bicicleta como meio de transporte e sempre me deparei com amigos e conhecidos com muitas dúvidas sobre o universo da bicicleta. Trabalho com mobilização e apoio aos ciclistas desde 2014 e senti que era hora de preparar uma publicação mais sistematizada para ajudar as pessoas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desejo continuar a produzir obras voltadas ao público ciclista, como por exemplo famílias. Sou pai e sinto que pedalar com uma criança é uma experiência ímpar. Quero falar dessa experiência.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Talvez com a fragmentação das comunicações atualmente, e também do excesso de informações, acho que o trabalho do escritor se faz mais necessário, pois pode dar um norte, um rumo para as pessoas. Talvez ainda demore bastante tempo para que a leitura, não só dos livros mas de outras mídias, seja incentivada de forma mais séria, porém sempre haverá espaço para bons textos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Sou editor do blog São Paulo na bike, no jornal o Estado de S. Paulo. Por meio de uma publicação que fiz sobre o projeto Bicicloteca, em que um ciclista leva livros para moradores de rua, fui contatado pelo João Scortecci. Daí, durante a conversa, surgiu a ideia de produzir uma publicação para o público ciclista.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Espero que meu livro mereça a confiança dos leitores que se disporem a procurá-lo. Longe de ser uma obra dogmática, o Guia do Ciclista Urbano é uma contribuição a rica discussão que já acontece nas cidades sobre a importância do uso da bicicleta como meio de transporte, lazer e turismo. Que meus leitores possam encontrar em meu livro um apoio necessário para explorarem esse fantástico universo da bicicleta.

Obrigado pela sua participação.

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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Entrevista com J. Burato - Autor de: DITADURA NO GATILHO

Nome literário de José Antonio Burato.
Graduado em Filosofia pela Universidade Metodista de São Paulo – UMESP e Mestre em Gestão de Políticas e Organizações Públicas pe la Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo – EPPEN-UNIFESP. Ex-Sargento da Polícia Militar do Estado de São Paulo, participou da formação da Guarda Civil Municipal de São Bernardo do Campo, onde foi um dos responsáveis pelo inicio do movimento por melhores condições de trabalho e contra o assédio moral na instituição, em meados de 2004. Tem questionado e denunciado o caráter militar instituído em quase todas as Guardas Municipais do país. Como palestrante, aborda temas como a violência policial e a municipalização da segurança pública.

Baseado na teoria da ideologia de Louis Althusser e nos princípios da institucionalização de comportamentos, o autor busca refletir acerca das causas da violência policial militar no Brasil e em possíveis soluções. Atualmente a desmilitarização da polícia tem sido apresentada como medida necessária para se resolver o problema da violência policial, o que é questionado pelo autor, que julga que esta é uma das providências necessárias para adequar o sistema de segurança pública ao Estado Democrático de Direito, mas insuficiente para conter a violência policial.


Olá José Antonio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata da questão da violência institucionalizada nas policiais brasileiras, especialmente as Polícias Militares.
A ideia surgiu de uma necessidade pessoal (sou ex-policial militar) de encontrar respostas satisfatórias que pudessem revelar e explicar o processo de transformação de um ser humano ao ingressar nas fileiras policiais, e que muitas vezes o conduz a comportamentos violentos. A obra se destina ao publico em geral, visto que trata de um tema que é e sempre será grave e atual, e que altera totalmente a segurança e a tranquilidade social.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Gosto de escrever. Já havia publicado outro livro em coautoria com um amigo, na própria Scortecci (Segurança Pública como projeto socioeducacional - 2011). Desejo escrever ainda sobre problemas de relacionamento humano, especialmente sobre a relação de casais, onde pretendo abordar a tendência humana à propriedade privada das coisas (no caso propriedade privada do outro), como a maior responsável pelas tragédias emocionais e crimes passionais. Acredito que toda experiência humana é relevante e serve como tema para reflexões e base para outras experiências, para as transformações que se fizerem necessárias na vida.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Depende do objetivo do escritor. Penso que se o escritor tem por objetivo a mera comercialização de suas obras, pode passar por muitas dificuldades, mas se é movido pelo prazer de escrever, de criar e ou pela ideologia, saberá que em um país como o Brasil, pelas características que você aludiu, necessitamos muito mais de escritores comprometidos com a transformação social que seja capaz, inclusive, de mudar esse triste quadro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já publiquei na Scortecci, como disse anteriormente.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Se a questão da violência policial e temas como a desmilitarização das polícias interessam ou preocupam as pessoas, recomendo que elas leiam meu livro, pois ele pode contribuir com as discussões que ora ocorrem no país sobre as necessárias mudanças no sistema de segurança pública. Se o tema incomoda os policiais, recomendo que eles reflitam sobre o conteúdo do livro, conhecendo os elementos que influenciam seus comportamentos. Enfim, a mensagem que deixo é que as mudanças que acreditamos necessárias ao mundo só serão utopias se nada fizermos, se julgarmos que são impossíveis, se nos entregarmos cegamente à ideologia dominante que nos força constantemente a viver na caverna escura da submissão.

Obrigado pela sua participação.
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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Entrevista com Patricia Rodrigues Pereira - Autora de: ESPALHANDO ALEGRIA

Patricia Rodrigues Pereira
Iniciou escrevendo poesias, fez uma exposição na Biblioteca Municipal de Sorocaba. E agora depois de um longo período sem escrever, está retornando.





Espalhando Alegria

É um livro desenvolvido a partir de um projeto desenvolvido que possui o mesmo tema, buscando levar alegria aos que precisam.



Olá Patrícia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se da importância de levar alegria as pessoas.
Surgiu a partir do projeto que desenvolvo em entidades e outros.
Para crianças aprenderem desde cedo a diferença que podemos fazer na vida das pessoas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Espero que seja o primeiro de muitos, sempre gostei de escrever e também a realização de um sonho.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É difícil, porém podemos fazer a nossa parte, estimulando as crianças a leitura, formando leitores do futuro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Comecei a pesquisar sobre editoras e a encontrei.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A maior mensagem é: espalhe um rastro de alegria por onde passar. Há muita tristeza no mundo, é necessário levar alegria.

Obrigado pela sua participação.
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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Entrevista com Paulo César de Oliveira - Autor de: TARDE TE AMEI

Paulo César de Oliveira
Doutor em Filosofia e Professor da Universidade Federal de Alfenas - MG.

Este livro aborda a beleza como manifestação e esplendor originário do ser. Na Idade Média se reconhecia passivamente o unum, o bonum e o verum como transcendentais, enquanto que, sobre a res, a aliquid e o pulchrum, não havia unanimidade. Foi Felipe II Cancelliere (1160-1236), no século XIII, quem inseriu a beleza entre os transcendentais. Desse modo, por volta do ano 1270, a beleza era totalmente citada entre os transcendentais, mesmo que fosse em diversos modos. Os transcendentais não só se referem ao ser criado, mas também ao Ser Divino. Essa doutrina não deixa de levantar algumas questões. Como afirmar que tudo o que existe seja verdadeiro, bom e belo? E a mentira, o ódio, a crueldade, as catástrofes naturais? A experiência da beleza incorpora, paradoxalmente, a negatividade do mundo e a ultrapassa!

Olá Paulo César. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro trata da beleza com um transcendental do ser, isto é, de uma propriedade presente em todas as coisas. Nasceu da constatação de que a beleza é o que leva as pessoas a se aproximarem dos seres. Depois é que se apresentam os demais transcendentais, como a verdade, a bondade e a unidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Depois de anos lecionando e fazendo palestras, acho que agora chegou o momento de começar a colocar no papel as minhas ideias.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É, como tudo que inicia, um desafio. Espero contribuir para que, aos poucos, tenhamos uma cultura que envolva mais o mundo das letras.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de amigos e colegas de trabalho.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Penso que ele aborda, de maneira sistemática, a questão da beleza, uma vez que é por este transcendental que nos aproximamos inicialmente das pessoas e coisas.

Obrigado pela sua participação.
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