sábado, 21 de outubro de 2017

Entrevista com Reverendo Marcio Souto - Autor de: AUMENTAI A MINHA FÉ

É Jornalista ( MTB/SP. 428 57-), é teólogo, filósofo, professor, escritor e acadêmico de Direito. AUMENTAI A MINHA FÉ é sua terceira obra literária, já escreveu ENTENDENDO A MENSAGEM, e , A IGREJA E O MOVER DE DEUS.




É uma obra que vem de encontro aos anseios e as dúvidas de muitos. Falar sobre a FÉ, é um desafio constante, por isso o autor buscou referências e aborda o tema com muita propriedade. Falar ainda sobre os ANJOS e suas atividades é algo que já há muito tempo o autor queria fazer, e, neste livro fica evidenciado qual a função dos anjos perante Deus. Aborda o tema SONHOS, PROFECIAS E REVELAÇÕES, este é um assunto que tem sido motivo de muitas discussões acerca de qual é a visão, o sonho, ou a profecia vindas de Deus, e as dríadas e inventadas pelos homens. Por fim, traz um alento aos leitores, falando acerca de algumas curiosidades bíblicas. Vale a pena ler.


Olá Reverendo Marcio. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Decidi escrever este livro depois de várias solicitações de leitores, uma vez que é um tema bastante complexo, e que se destina a todos aqueles que de alguma forma professam a Fé.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Na verdade, este é o meu terceiro livro, o que veio ao encontro de um momento de reflexão. Não vejo como um sonho, mas, como uma realidade. Escrever é algo fabuloso, viajamos no mundo das letras, pesquisamos muito, e por fim, nasce realmente um filho, pois é isso que o escritor pensa de cada obra lançada... mais um filho que nasceu.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O Brasil já foi um pais onde a leitura era menos valorizada. Nos dias atuais estamos tendo um avanço muito grande na questão literária, isto só nos traz alegria. Agora, é preciso dizer que ainda falta muito para alcançarmos um patamar como alguns países Europeus que difundem a cultura e a leitura. Mas o Brasil chega lá!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi por indicação de um amigo, ele é diretor de uma outra editora. Quando o procurei para editar o meu primeiro livro, ele me disse que aquele não era o seguimento dele, e que por tanto iria me indicar o lugar certo, ai, cheguei na Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Veja, o tema central do meu livro é a Fé, portanto, está relacionado a religião ou a instituições religiosas. Aqueles que nutrem alguma dúvida quanto a Fé, aos anjos e seus significados, aos sonhos profecias e revelações, além de curiosidades bíblicas, deveria sim ler, é bem interessante.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Entrevista com Durval Augusto Jr. - Autor de: QUERO MATAR O PREFEITO

Formou-se em Psicologia pela PUC-MG em 1984 e, três anos depois, após ter trabalhado por mais de uma década numa empresa de seguros, mudou-se para a cidade mineira de Serro, onde permaneceu por quase cinco anos, exercendo a profissão de psicólogo clínico. Foi naquela cidade que, ainda na década de 1980, iniciou suas atividades literárias, tendo, no período, alcançado boas colocações em concursos de poesias e contos.
De volta à capital mineira, publicou, em junho de 1999, seu primeiro livro – a novela Fernando Capeta Urubu. 
Após trabalhar mais alguns anos como psicólogo, migrou para o Poder Judiciário. Ali passou a exercer várias atividades burocráticas até que, após algum tempo, pôde atuar como revisor de textos. Isso lhe permitiu ficar, finalmente, um pouco mais próximo do fascinante mundo das letras, ainda que houvesse uma diferença inquestionável entre o preto e branco dos textos que revisava e o colorido ímpar das sugestões de tramas que lhe assediavam o espírito a todo instante. Continuou produzindo literatura. Voltou a publicar em 2006, trazendo o romance Almas tontas. Em 2011, publicou Sem paredes – outro romance – e lançou a 2ª edição de Fernando Capeta Urubu. Em 2016, publicou o livro de contos A aljava de Cupido, pela Scortecci.

Em Quero matar o prefeito, o cômico, o dramático e até mesmo o trágico se entrelaçam nas trinta narrativas desse novo livro de contos de Durval Augusto Jr. Forma-se, assim, o amálgama cujo escopo é, em última análise, iluminar os escuros da alma humana. 
A obra está dividida em duas partes. Na primeira predomina a comicidade, ainda que temperada aqui e ali com a necessária pimenta de momentos dramáticos. Na segunda, apaga-se o riso que até então iluminava o semblante do leitor. Aqui se depara o homem com sua fragilidade, sua impotência diante dos desmandos do destino.
A delicadeza de um amor prolongando milagrosamente uma vida; a humilhação pública infligida a um casal adúltero; a insensatez de um amor absurdo levando um personagem à loucura; o desespero de um homem de bem que corre nu pelas ruas; a ingênua e súbita amizade entre um ancião e um coelho. E muito mais.

Olá Durval. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
QUERO MA TAR O PREFEITO é a reunião de 30 contos selecionados dentre os mais de cem que escrevi nos últimos anos. Destina-se ao público adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Nem é o primeiro nem se trata de mera realização de um sonho. Sou escritor desde o final dos anos 1980. QUERO MATAR O PREFEITO é o meu quinto livro publicado. Antes, publiquei uma novela, dois romances e outro livro de contos, A aljava de Cupido (este último também pela Scortecci). Tenho mais dois livros inéditos, sendo um romance e outro livro de contos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O número de leitores no Brasil é até razoável. A qualidade desses leitores é que é duvidosa. A literatura autêntica encontra pouco espaço, uma vez que futilidade vende muito mais. Então, o que deve fazer um escritor que pretende se manter fiel à sua arte? Deve garantir sua sobrevivência por meio de outra atividade, conquistando estabilidade financeira. Foi o que eu fiz. Como valorizo uma vida simples, aposentei-me, e produzo minha literatura do jeito que quero. Preciso ser fiel ao meu próprio processo criativo, sem me preocupar com o que supostamente estaria mais ao gosto do leitor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo da Scortecci Editora quando adquiri o livro Duas luas, uma guerra, da escritora e jornalista Maria Célia Ferrarez. Então entrei em contato para publicar, em 2016, o livro A aljava de Cupido.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, meu livro merece ser lido! Como disse, este é meu quinto livro. É fruto de um processo de amadurecimento do homem e do escritor ao longo das últimas décadas. Meus contos são indiscretas incursões no bosque escuro da alma humana. Aos meus leitores, eu digo: venham desarmados.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Entrevista com Bernardo M. "Azinheira" - Autor de: BOM CONSELHO

Nome literário de Bernardo Mazzucato Azinheira
Paulista de Cafelândia, é um membro da Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho, bairro do Campo Limpo, e que já atuou em pastorais do Dízimo, da Criança, Teatro, dentre outras. 
Obteve êxito na pesquisa histórica da formação do bairro e sua vocação religiosa, sobre a qual nos relata em sua obra. 
Atualmente é membro do Conselho e Representante da Paróquia na Diocese de Campo Limpo, membro da pastoral da Liturgia, e do Jornal O Bom Conselho. Também é conselheiro da Associação Pró-melhoramentos de Vila Prel, mesmo vila onde situa-se a Paróquia.

Escrito em prosas e versos, a obra é composta por relatos históricos da Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho e outros poemas alusivos a datas comemorativas religiosas e culturais. O autor também relata histórias engraçadas e emocionantes, vividas em suas 8 décadas de memórias.






Olá Bernardo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Histórias cronológicas da Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho - Poemas e poesias, minha trajetória desde o campo até a vida participativa no Bairro Vila Prel.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu próximo projeto é reportar, registrar histórias da minha vivência e da vida rural e social de uma família, que como muitas migraram para São Paulo nos idos de 1940 a 1964. Um registro para a vida moderna para saberem como era a sociedade, saúde, economia e política.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Há pouca valorização, mas acredito que com a internet muitos se encorajarão em iniciar, assim como eu.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Busca, pesquisa e comentários sobre editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Trata-se de um livro história e poemas desde a vida rural em Cafelândia - SP até a fixação da família na cidade de São Paulo com participação ativa no desenvolvimento do bairro da Vila Prel e região.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Entrevista com Selma Oliveira - Autor de: AS AVENTURAS DE RANALUGU

Nasceu na cidade de Osasco, vive em Barueri. É casada, tem dois filhos. Professora de português há 27 anos. Começou a se interessar pela literatura ainda quando criança, pois gostava muito de assistir ao Sítio do Pica Pau Amarelo, adorava ver um desenho e reproduzi-lo. Formada em letras pela faculdade OSWALDO CRUZ. Resolveu escrever porque queria expressar suas ideias. Escrever AS AVENTURAS DE RANALUGU foi uma forma de mostrar às crianças como ver e sentir as coisas simples da vida.



São uma série de livros infantis. Neste primeiro, Ranagalu procura resolver seus impasses, mostrando como as crianças podem lidar com seus próprios problemas, uma vez que os pais não podem e, talvez, nem devam interferir em tudo.




Olá Selma. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
As aventuras de Ranalugu são uma série de livros infantis. Neste primeiro, Ranalugu procura resolver seus impasses, mostrando como as crianças podem lidar com seus desafios e resolvê-los sem a interferência dos pais. O objetivo é a reflexão sobre alguns valores que estão adormecidos em nossa sociedade como o respeito a si e ao próximo, ser solidário, ser harmonioso e grato, dentre outros.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu amo a literatura como um todo. Amo ter a possibilidade de poder expressar meus pensamentos e sentimentos por meio de minhas personagens. Este é o primeiro de muitos que virão, pois já estou no oitavo livro das aventuras de Ranalugu, além de estar escrevendo dois romances sociais e contos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Vejo um mundo de possibilidades. Se temos poucos leitores, devemos incentivar mais nossas crianças a praticarem esse ato.
É um trabalho constante, sementes plantadas aqui e ali que, com certeza, darão frutos maravilhosos.
Há gostos para tudo, portanto há leitores para todos os gêneros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por meio de uma colega de trabalho, professora como eu, a qual comentou a respeito de um amigo que havia publicado um livro pela Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Com toda certeza sim, pois As aventuras de Ranalugu mostram às crianças um mundo onde as coisas simples da vida são valorizadas e que elas têm o poder de serem felizes com pequenos, porém tão importantes, gestos!

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Entrevista com Carmem Susy Kawamura Justino - Autora de: OS DOCES DA PEQUENA PRINCESA

Carmem Susy Kawamura Justino
Nascida em Goiânia/GO, casada, atualmente morando na cidade de Palmas/TO, Bacharel em Ciências Contábeis, dotada de uma mente inquieta e criatividade na contramão da sua profissão de formação, inspirada pelos acontecimentos hilários promovidos por seus filhos, se aventurou a colocar no papel uma das histórias criadas propositadamente para a sua filha caçula compreender a moral da história.




Uma história sobre o sumiço dos doces da pequena princesa, contada por meio da metáfora dos doces para ensinar as crianças o sentido de compartilhar e dividir o pão e amenizar as diferenças de idade e de temperamento entre irmãos.
A autora, inspirada pelos acontecimentos hilários promovidos por seus filhos, aventurou-se a colocar no papel uma das histórias criadas propositalmente para a sua filha.

Olá Carmem. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro trata-se de uma divertida história baseada em um dos conflitos entre dois irmãos e na sua divertida solução. A ideia de escrevê-la surgiu da vontade de compartilhá-la com o público e com isso, poder levar uma boa mensagem. Meu livro é destinado ao público infantil, desde os pequeninos por meio da leitura dos pais, até os grandinhos para incentivá-los ao hábito da leitura.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Esse meu livro é o primeiro de muitos outros, se Deus assim me permitir! Com essa publicação, quis conhecer como funciona o mundo das letras, deixar um exemplo para as pessoas, principalmente para meus filhos, de que podemos começar realizando projetos menores até a conclusão de nossa obra prima.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida de um escritor no Brasil não é fácil, principalmente se você for um escritor independente, pois, o custo até a publicação de um livro é muito alto, e comparado com as publicações feitas por grandes editoras, o valor de venda no mercado fica impraticável. Além de tudo isso, o espaço dos livros e o tempo para a leitura tem sido facilmente tomado pelo uso dos smartphones, dos tablet´s e da internet. Daí, você tem que optar por publicar um livro por mera satisfação pessoal.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo da Scortecci Editora por meio de busca na internet. Após entrar em contato com algumas editoras, optei por trabalhar com a Scortecci Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido por quê traz uma história divertida com um final que traz a mensagem de reconciliação, compartilhamento e paz.
Para meus leitores, desejo que apreciem a leitura, e que façam dos livros, bons companheiros e mestres. No final, muito do que somos devemos aos livros que já lemos.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Entrevista com Valmir Benício - Autor de: PLANETA HOMEM

É Bacharel em Administração com Habilitação em Comércio Exterior, e Bacharel em Direito. Fez ainda Curso de Extensão Universitária em Direito Tributário na UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – USP em 1.993 e o Curso de Pós-Graduação LATO SENSU Especialização em Direito Tributário também pela FACULDADE DE DIREITO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO.  Escreveu vários artigos publicados em diversas revistas e periódico s, além de participar e ter trabalhos publicados em todas Edições do Concurso Histórias de Trabalho da Receita Federal do Brasil. Em 2013 teve um dos trabalho premiado na 3ª Edição do concurso. É autor da obra premiada Nós, nosso mundo e nosso comportamento, lançado pela Editora Garcia Edizioni em 2012. No ano de 2013 o livro recebeu um prêmio no Concurso Internacional Garcia Golden Book como 3º melhor livro do ano. Também em 2013 teve seu texto Unificação dos Fiscos premiado como 2º melhor, no 4º concurso Histórias de Trabalho da RFB. Desde de 2015 tem seus trabalhos selecionados para diversas antologias como ANTOLOGIA VERSOS COTIDIANOS (Editora Itacaiúnas), ANTOLOGIA LITERÁRIA RIO DE PALAVRAS - 450 anos de História da Editora Litteris. e a mais recente TODAS AS MULHERES DO MUNDO também da Editora Litteris. Em 2014 o autor recebeu uma homenagem como reconhecimento pelo seu trabalho e atividades literárias, concedida pela Academia Paraisense de Cultura de São Sebastião do Paraíso.

Esta obra é decorrente do livro Nós, Nosso Mundo e Nosso Comportamento (Editora Garcia Edizioni, 2012), em que Valmir Benício tece considerações sobre assuntos polêmicos, frequentemente discutidos e que preocupam todas as esferas da sociedade. Problemas sociais, propostas de reflexões, qualidade de vida e relacionamento conjugal são algumas das questões abordadas nesse primeiro livro.
Tudo começou quando o autor foi palestrante em um evento em prol do combate à violência contra a mulher, promovido pela organização do site Espaço Mulher e realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2009. A partir daí começou a participar de várias atividades literárias.
Os aspectos tratados no livro ganharam dimensão no conteúdo e o autor resolveu dividi-lo em duas novas obras, a primeira sobre a realidade da vida da mulher e a outra com os demais temas, ficando como segunda edição do livro original. 
A Obra decorrente recebeu o nome de PLANETA HOMEM, onde o autor discorre sobre o universo feminino, o papel do homem neste contexto e tópicos que envolvem o relacionamento entre homens e mulheres. A elaboração dos textos partiu de suas próprias experiências e de constante pesquisa e observação. Em especial o autor faz uma apresentação crítica para a situação de opressão, humilhação, violência e exploração que representa a realidade de grande parte da vida das mulheres.
Não pretende esgotar ou mesmo fazer uma abordagem científica e aprofundada de nenhum dos assuntos. Seu objetivo é focá-los de maneira diferenciada e promover a reflexão, como num bate-papo diferente sobre essas que são as criaturas mais sublimes do mundo e como os homens contribuem para a realidade de suas vidas. 
Por mais que seja uma visão muito crítica e negativa da relação entre homem e a mulher é indiscutível que é a realidade de muitas mulheres para as quais o homem representa uma figura ligada à prepotência, à violência, ao descaso, ao deboche e ao desrespeito de toda ordem. A PROPOSTA É RECONHECER ESTE FATO E PROMOVER MUDANÇAS A PARTIR DESSA PERCEPÇÃO
É sempre interessante o debate e a discussão reflexiva de tudo que envolve nossas vidas. É o primeiro passo para mudanças que com certeza se fazem necessárias. Enfim, acreditamos que é sempre interessante o debate, a discussão reflexiva de tudo que envolve nossas vidas. É sempre o primeiro passo para mudanças. Que com certeza se fazem necessárias. Afinal o mundo é para nós o que dele fazemos. Conosco e com o nosso próximo.

Olá Valdir. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Esta obra é decorrente do livro Nós, Nosso Mundo e Nosso Comportamento (Editora Garcia Edizioni, 2012), em que Valmir Benício tece considerações sobre assuntos polêmicos, frequentemente discutidos e que preocupam todas as esferas da sociedade. Problemas sociais, propostas de reflexões, qualidade de vida e relacionamento conjugal são algumas das questões abordadas neste primeiro livro.
Tudo começou quando o autor foi palestrante em um evento em prol do combate à violência contra a mulher, promovido pela organização do site Espaço Mulher e realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2009. A partir daí começou a participar de várias atividades literárias. Os aspectos tratados no livro ganharam dimensão no conteúdo e o autor resolveu dividi-lo em duas novas obras, a primeira sobre a realidade da vida da mulher e a outra com os demais temas, ficando como segunda edição do livro original. A obra decorrente recebeu o nome de Planeta Homem, em que Valmir discorre sobre o universo feminino, o papel do homem nesse universo e tópicos que envolvem o relacionamento entre homens e mulheres.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
A elaboração dos textos partiu de suas próprias experiências e de constante pesquisa e observação. Não pretende esgotar ou mesmo fazer uma abordagem científica e aprofundada de nenhum dos assuntos. Seu objetivo é focá-los de maneira diferenciada e promover a reflexão, como num bate-papo diferente sobre essas que são as criaturas mais sublimes do mundo e como os homens contribuem para a realidade de suas vidas. Por mais que seja uma visão negativa dos relacionamentos no que se refere ao papel dos homens, é indiscutível que para muitas mulheres eles ainda representam uma figura ligada à prepotência, à violência, ao descaso, ao deboche e ao desrespeito de toda ordem.

Valmir Paulino Benício é Bacharel em Administração com Habilitação em Comércio Exterior, formado em 1987 pelo Instituto Metodista de Ensino Superior, atual Universidade Metodista de São Paulo, e Bacharel em Direito, formado em 1993 pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (SP). Fez ainda curso de extensão universitária em Direito Tributário na Universidade de São Paulo (USP) em 1993 e pós-graduação lato sensu em especialização em Direito Tributário pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo. Elaborou a edição especial da revista comemorativa de dez anos da Delegacia da Receita Federal do Brasil em Poços de Caldas (MG) em 2008. Teve textos selecionados para participar de todas as edições do Concurso Histórias de Trabalho da Receita Federal do Brasil desde 2010. É autor da obra Nós, Nosso Mundo e Nosso Comportamento, lançada pela Editora Garcia Edizioni em 2012 e que, no ano seguinte, foi premiada no Concurso Internacional Garcia Golden Book como terceiro melhor livro do ano. Também em 2013 teve o texto “Unificação dos Fiscos” premiado em segundo lugar no 4º Concurso Histórias de Trabalho da Receita Federal do Brasil. Em 2014 recebeu homenagem em reconhecimento a seu trabalho e atividades literárias, concedida pela Academia Paraisense de Cultura de São Sebastião do Paraíso (MG). A partir de então teve alguns de seus trabalhos selecionados para compor diversas antologias como em 2015 na Antologia Versos Cotidianos, da Editora Itacaiúnas; em 2016 na Antologia Literária Rio de Palavras – 450 Anos de História e, em 2017, na Antologia Todas as Mulheres do Mundo, ambas da Editora Litteris. Foi palestrante em diversas circunstâncias, tanto na esfera profissional e técnica como em eventos sociais. Um dos principais temas de suas palestras é quanto à violência contra as mulheres, onde alerta sobre este grave problema social.
O livro se destina ao público em geral, pois aborda questões que direta ou indiretamente envolvem todo tipo de pessoa.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever no nosso país na nossa realidade na verdade envolve mais uma missão ou realização pessoal. As dificuldades e o retorno implicam em tornar a atividade quase como um desafio.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci está sempre presente em eventos literários. Um dos a FLIPOÇOS na qual acabei conhecendo a editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A proposta é reconhecer este fato e promover mudanças a partir dessa percepção. É sempre interessante o debate e a discussão reflexiva de tudo que envolve nossas vidas. É o primeiro passo para mudanças que com certeza se fazem necessárias. Afinal, o mundo é para nós o que dele fazemos. Conosco e com o nosso próximo.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Entrevista com Solange Maltez - Autora de: OS ANJOS QUE ME TROUXERAM DE VOLTA PARA CASA

É artista plástica desde 1980, formada na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Sempre teve um profundo interesse pelos assuntos ligados à Espiritualidade. Este livro é uma homenagem às pessoas que a ajudaram a compreender e fortalecer sua Fé no Poder Superior.










Nossa vida não é fruto do acaso. Nosso passado está impresso em nós. Nosso presente é consequência dele e o desenrolar da nossa história. O Livre-Arbítrio pode produzir acontecimentos imprevistos, mas o futuro que nos aguarda já está escrito na sentença do Juiz Tempo.


Olá Solange. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É uma minibiografia da minha religiosidade, das minhas buscas para entendimento sobre a Fé e as crenças. É um convite para se empenhar no autodesenvolvimento.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O livro nasceu de uma necessidade para organizar algo que estava desorganizado dentro. Mas eu adorei a experiência e como gosto muito de escrever já comecei a escrever o 2º.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho triste, um País onde não se valoriza a Educação e a Cultura é um País que tende a perder sua própria história. Além do que acredito que é através da criatividade que se constrói um mundo novo, rico em possibilidades.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um primo que é gráfico e conhece a Editora. Ele me recomendou.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A mensagem principal do livro é para que as pessoas percebam através da minha história que todos que se propuserem a escrever sua linha do tempo vão como eu encontrar respostas e principalmente sentido nas suas próprias vidas.

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Entrevista com Vilmara Sazzana - Autor de: ENTRE PINHÕES E POESIAS

Nasceu no Paraná, é professora de Geografia e escreve sobre sentimentos e sentidos que as pessoas tem e que as coisas fazem. Pós-graduada em Interdisciplinaridade, deseja mostrar um novo olhar sobre os acontecimentos cotidianos.







Coletânea de poemas que levam o pensamento a viajar por muitas situações que envolvem lugares, emoções e sensações experimentadas por pessoas que habitam as várias regiões do mundo. Ele pode tanto levar a reflexão quanto a recordações e experiências cotidianas em forma de poemas. O desejo de “ficar em casa à tarde” e preparar um bolo; a II Guerra Mundial e o holocausto em “Para Anne”; o encontro duradouro de um casal do século XX e todo seu sentimento arrumado pelo tempo, em “Juntos”, os encontros e desencontros expressos em poemas, fazem a vida ficar mais leve e bela. Produzido no Sul do Brasil, em Castro, no Paraná, o livro poderia retratar o Sul da Europa, da Rússia, do Canadá, da África do Sul ou de toda a América Latina. O livro tenta fazer o leitor imaginar o que lê, associando o pensamento à poesia e aos acontecimentos que caracterizam o nosso tempo de vida. Lembranças, esperanças, agradecimentos às forças da natureza e a Deus podem ser encontrados em Entre pinhões e poesias.

Olá Vilmara. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Entre pinhões e poesias trata-se de um livro de poemas pensado há muito tempo e concretizado num momento em que me senti segura para publicá-lo. Espero que as mais diversas faixas etárias leiam e apreciem os poemas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre tive o desejo de escrever sobre sentimentos e pensamentos diversos. Quando criança tinha pressa em ser alfabetizada para escrever e poder expressar o que, muitas vezes, não conseguia simplesmente falando. Sentia-me impulsionada a escrever. Espero que Entre pinhões e poesias seja o primeiro de alguns livros que tenho em mente para escrever. É um sonho concretizado e também, parte dele, pois pretendo ler muito ainda e me aprimorar em literaturas que despertam em nós outros olhares.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Todos perdemos quando não somos leitores. A leitura desperta emoções, faz a imaginação viajar, melhora o vocabulário e torna nossa visão de mundo mais abrangente. Como professora espero ainda viver num país onde as pessoas leiam mais, se informem e aprendam o valor de uma nação que lê e interpreta o mundo ao seu redor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando decidi publicar o livro, pesquisei várias editoras e enviei e-mails. Tive os melhores retornos de contato com as funcionárias da Scortecci, além da campanha de divulgação que me chamou a atenção por envolver diversas mídias.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Entre pinhões e poesias procura traduzir sentimentos e lugares cotidianos regados de emoção. Na escola onde trabalho, temos o festival de poesias, onde os alunos declamam poemas e entre eles, poemas meus. Digo a eles que meus poemas ficam bonitos quando ditos por eles. Espero que, em algum lugar, alguém se sinta confortável e tocado lendo meus poemas, como muitos dos meus alunos parecem sentir-se.

Obrigado pela sua participação.
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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Entrevista com Adriana Silva Santiago - Autora de : MAR REVOLTO

É formada em Jornalismo na UNI-BH, em História pela PUC-MINAS.Atualmente vive na cidade de Três Pontas, sul de Minas Gerais, onde desenvolve o Projeto de Leitura Passarinho, biblioteca infantil itinerante.
Trabalhou como repórter em diversos veículos de comunicação em Belo Horizonte, na década de 90.
Em 2008 participou da antologia Del´Secchi - Vol.XVIII, pela Editora Del´Secchi, Rio de Janeiro, com dois poemas. Em 2015 participou da Antologia Rede de Palavras, pela Editora Scortecci, São Paulo, com a crônica "Encontro não marcado: a turista e o morto". Em 2015 participou também da Antologia Devaneios, pela Editora Hórus, Almada, Potugal.

Pensar em poesia é pensar em fluidez, sensibilidade, crítica social, louvor à natureza, ao amor, à paixão. O sentir poético é o que a autora traz neste livro através dos poemas, convidando o leitor a uma viagem: diferentes trilhas, mergulho íntimo, revelador.
As crônicas...Ah! Essas divertem e emocionam. Poeticamente contam casos e "causos" bem-humorados, verídicos ou não? Quem vai saber? Coisas do cotidiano. Bom humor, emoção à flor da pele e reflexão marcam poesias e crônicas de Mar Revolto. Leitura leve, simultaneamente reflexiva, introspectiva e ainda, estimulante.
Boa leitura e voe com esse pássaro chamado Poesia. Suas asas se chamam Amor.

Olá Adriana. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A poesia é o foco do livro. Uma obra que em seus poemas e crônicas respiram poesia transformando o simples amanhecer em motivo para celebração da vida. Onde um pequeno passeio pelas ruas da cidade, inspiram e se transformam em um momento de descobertas. Efeitos que a natureza, a harmonia e a proximidade, o olhar ao outro podem provocar no íntimo de cada um de nós. Um profundo mergulho para valorizar as belezas e oportunidades que a vida nos proporciona a cada nascer do sol.
Leitura leve, carregada de emoção, paixões, amor à vida, feita de alegrias e, inevitável, momentos de dor. Um convite a se deixar levar e ter a coragem de navegar esse Mar Revolto, cheio de perigos e belezas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Antigo sonho sim. Mas este sonho não termina aqui. O que seria de nós se não fossem os sonhos que nos alimentam, nos movem? Publicar outros livros? Pretendo sim. E buscarei, com toda dedicação, realizar novos sonhos, novos projetos literários. Até mesmo, porque não, publicar romances. Motivos para sonhar é o que não faltam!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Poderia dizer que, a princípio, é desanimador. No entanto, temos que, cada um de nós, tentarmos incentivar novos leitores com iniciativas simples que podem mudar essa realidade. Faço isso através do Projeto de Leitura Passarinho, que leva livros infantis para crianças nas praças de onde moro. São atitudes simples, uma sementinha frágil. Mas temos que acreditar que, pelo menos algumas dessas sementes ganharão força e se tornarão árvores frondosas!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Em 2014, através de anuncio via internet, participei da Antologia Rede de Palavras da editora. A partir daí comecei a fazer cursos na Escola do Escritor da Scortecci e, naturalmente, decidi publicar o livro que há tanto sonhava em concretizar.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Leiam. Deixem a poesia entrar em seus corações e as pequenas estórias (crônicas) os divertirem e, ao mesmo tempo, emocionarem vocês, caros leitores!

Obrigado pela sua participação.
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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Entrevista com Amália Pelcerman - Autora de: SEGREDOS MÉDICOS

Nasceu em Tel Aviv, Israel. Mora no Brasil desde criança e estudou na escola judaica Renascença. Trabalhou como freelancer no jornal Resenha Judaica e na Editora Abril. 
É médica cardiologista formada pela Universidade Federal de São Paulo (Escola Paulista de Medicina) e exerce a profissão. Sempre gostou de escrever e ganhou prêmios por resenhas e contos. Autora de Coração sem lágrimas e Eu estive aqui...70 anos depois, ambos de temática judaica, versando sobre Holocausto.


Este livro trata de histórias de médicos e seus pacientes. Muitos colegas irão se identificar com os casos aqui narrados. Casos ocorridos comigo, com minha irmã e vários colegas que colaboraram com histórias deliciosas e pitorescas. É um livro para médicos, mas pode ser lido por pacientes, que vão saborear esses segredos sobre o dia a dia desses profissionais, tratando de seus anseios, medos, preocupações, satisfações, frustrações e realizações.




Olá Amália. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São crônicas que contam casos curiosos e pitorescos do dia a dia dos médicos. A ideia surgiu do cotidiano vivido por mim, minha irmã e colegas. O público é variado. Como é de fácil leitura pode ser lido por adolescentes e adultos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre gostei de escrever, é uma técnica que utilizo para desabafar, compartilhar e relembrar episódios que me marcaram. Tenho dois livros publicados de temática judaica. Uma conta a trajetória de vida da minha mãe, sobrevivente do Holocausto e o outro relata a viagem dolorosa que fiz aos campos de concentração da Polônia junto com a minha irmã e vários outros filhos de sobreviventes 70 anos após o término da guerra. A viagem termina otimista, em Israel.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que o escritor muitas vezes escreve para si mesmo. Se consegue fazer com que outras pessoas leiam, se sente super realizado porque contribuiu com o hábito de leitura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Procurei editoras idôneas no mercado. Encontrei a Scortecci e ainda tive indicação de duas pessoas.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que merece ser lido porque é leve, engraçado e humano. Acredito que possa melhorar a relação entre médicos e pacientes, desmistificando esses profissionais.

Obrigado pela sua participação.
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